<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-36452148</id><updated>2011-07-08T02:49:13.731-03:00</updated><category term='psicanálise'/><category term='freud'/><title type='text'>O Mundo das Idéias</title><subtitle type='html'>Os Gregos acreditavam que existia um mundo onde ficavam as idéias, onde estava todo o conhecimento, todas as verdades. Acho que eles estavam certos. Essa é a materialização do mundo das minhas idéias (que não são claras e distintas, mas são idéias).</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://katilak.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36452148/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://katilak.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Kátila</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16938875810557698859</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_u5Cege2GA4Q/SXe0HENNo7I/AAAAAAAAAGc/O8KKeRJ-DyE/S220/P6290239.JPG'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>20</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-36452148.post-119864643216546252</id><published>2010-02-12T16:00:00.002-02:00</published><updated>2010-02-12T16:09:49.576-02:00</updated><title type='text'>Só para constar</title><content type='html'>Que chuva que nada! Eu sei que muitas famílias perderam suas casas por conta das chuvas e outras catastrófes naturais nesses últimos meses. Mas essa supera tudo isso.&lt;br /&gt;Ontem eu estava assistindo noticiário local na tv e passou uma reportagem sobre algumas construções irregulares que estavam sendo demolidas pela prefeitura da cidadezinha. Pois é, as casas estavam sendo demolidas com tudo dentro, móveis, pertences pessoais. Tudo. E então eles mostraram a comovente imagem das famílias, os proprietários alegando que tinham comprado o terreno, que não foram informados sobre a demolição. As pessoas tentando salvar algo que tenha sobrado inteiro no meio dos entulhos, a ciança mostrando sua "bicicleta nova" toda destruída. Enfim, tudo destruído e demolido pela prefeitura. E mais famílias desabrigadas.&lt;br /&gt;Mas o que me surpreendeu foi o secretário-sei-lá-do-quê afirmando para o repórter que "nenhuma família seria retirada ostensivmente do local". O que ele entende por ostensivamente? Se bobear eles demoliam as casas com as pessoas dentro e tudo.&lt;br /&gt;Não me vem outra imagem à cabeça a não ser a de Arthur Dent tentando salvar sua casa da demolição, quando, na verdade, a Terra estava prestes a ser destrída pelos Vogons. E foi. Nada como o humor ácido da trilogia de cinco do "Guia do Mochileiro das Galáxias" para falar da nossa realidade crua.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/36452148-119864643216546252?l=katilak.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://katilak.blogspot.com/feeds/119864643216546252/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=36452148&amp;postID=119864643216546252' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36452148/posts/default/119864643216546252'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36452148/posts/default/119864643216546252'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://katilak.blogspot.com/2010/02/so-para-constar.html' title='Só para constar'/><author><name>Kátila</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16938875810557698859</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_u5Cege2GA4Q/SXe0HENNo7I/AAAAAAAAAGc/O8KKeRJ-DyE/S220/P6290239.JPG'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-36452148.post-1467890758030168122</id><published>2009-08-15T15:08:00.002-03:00</published><updated>2009-08-15T15:11:53.886-03:00</updated><title type='text'>Aleluia! Me dê um real! Amém!</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E o Edir Macedo? Está sendo acusado de desviar dinheiro doado pelos fiéis. Ah, nenhuma novidade. Isso todo mundo já sabia.&lt;br /&gt;Essa de que o Papa é pop está ultrapassada. Pop mesmo é o Edir Macedo de camiseta regata naquele vídeo que está rodando por aí – e que a Globo está se esbaldando de tanto mostrar - ele dá até aula de como arrecadar dinheiro, e se intitula “O super-herói do povo!”. Acho que há uma inversão de valores aí: super-herói salva, ao invés de roubar. É um Robin-Hood às avessas: tira dos pobres para dar aos ricos.&lt;br /&gt;Se bem que, se pensar por outro lado, ele dá a salvação. Dá não! Isso é para os fracos. Ele vende a salvação! Acho que dá até para parcelar no carnezinho – claro, para parcelar, tem uma taxa de juros exorbitante.&lt;br /&gt;Deveria existir uma graduação, um curso superior em “administração de igreja”. Ia ser mais concorrido que medicina! É a profissão do futuro: administração de igreja com ênfase no mercado imobiliário celestial - e como está valorizado um terreninho no céu! O vestibular seria uma prova prática; arrecadação de dinheiro. Vale tudo, menos assalto à mão armada – porque isso é crime! Deus me livre!&lt;br /&gt;Falando em falcatruas, me veio à cabeça o Sarney, não sei por que. Perguntaram para o Marcelo Tas o que era o capeta. Ele respondeu: “o capeta é o bigodão do senado, mas o inferno são os outros!” Para o Edir Macedo essa máxima é diferente: o inferno é PARA os outros, para os que não deixam metade do seu salário na igreja. Esses sim: estão condenados! Só se esses forem condenados mesmo, porque quem rouba e faz lavagem de dinheiro, anda solto por aí – e com auréola de santo.&lt;br /&gt;Aleluia leitores!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Publicado no jornal A FOLHA de São Carlos&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/36452148-1467890758030168122?l=katilak.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://katilak.blogspot.com/feeds/1467890758030168122/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=36452148&amp;postID=1467890758030168122' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36452148/posts/default/1467890758030168122'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36452148/posts/default/1467890758030168122'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://katilak.blogspot.com/2009/08/aleluia-me-de-um-real-amem.html' title='Aleluia! Me dê um real! Amém!'/><author><name>Kátila</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16938875810557698859</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_u5Cege2GA4Q/SXe0HENNo7I/AAAAAAAAAGc/O8KKeRJ-DyE/S220/P6290239.JPG'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-36452148.post-8094954319503793701</id><published>2009-08-10T23:07:00.004-03:00</published><updated>2009-08-10T23:28:37.215-03:00</updated><title type='text'>Nada de novo, algo de bom</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;             &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Este tempo, nem frio nem calor, em que os pés ficam gelados e a brisa da manhã e da tardezinha gelam até o osso, esse tempo, me faz bem.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Não há nada mais nostálgico - nostalgia de algo que se esfarela, dilui-se - que sentir a o sol alaranjado, pálido, quase gelado sobre a pele.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;É uma sensação de que tudo vai ficar bem ou de que tudo está bem. Uma lentidão rala e calmante. Um aperto gostoso no coração e uma vontade de devorar o mundo.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;                    &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;                    &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/36452148-8094954319503793701?l=katilak.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://katilak.blogspot.com/feeds/8094954319503793701/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=36452148&amp;postID=8094954319503793701' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36452148/posts/default/8094954319503793701'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36452148/posts/default/8094954319503793701'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://katilak.blogspot.com/2009/08/nada-de-novo-algo-de-bom.html' title='Nada de novo, algo de bom'/><author><name>Kátila</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16938875810557698859</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_u5Cege2GA4Q/SXe0HENNo7I/AAAAAAAAAGc/O8KKeRJ-DyE/S220/P6290239.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-36452148.post-4521478469269477718</id><published>2009-08-09T09:40:00.001-03:00</published><updated>2009-08-09T09:41:45.289-03:00</updated><title type='text'>Gripe suína - medo mascarado</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Eu entendo a preocupação com o surgimento de um novo vírus, um novo tipo de gripe, do qual não conhecemos os sintomas, a letalidade. Tudo que é novo, ainda mais se tratando de uma doença, assusta. Isso já aconteceu há alguns anos com a gripe aviária. Mudou o bicho, mas não a paranoia. Que bobagem.&lt;br /&gt;Preocupação é eufemismo para esse fenômeno mundial: todo dia há novidades, desde o governador do estado alertando que não se deve “encostar o seu nariz no nariz do porquinho” – sem juízo de valor sobre essa declaração, mas é verdade, só procurar no youtube – até propaganda de sabonete que mata o tal do vírus. Passando claro pelas cansativas descrições de sintomas, de precauções a serem tomadas, formas de contágio e relato de pessoas que contraíram a gripe. Tem para todos os gostos: engajados, despreocupados, paranóicos, piadistas, tem até remédio do Paraguai para os hipocondríacos!&lt;br /&gt;Mas essa semana, a tal da Influenza A (H1N1), gripe suína para os íntimos (e todos somos), ultrapassou todas as minhas expectativas, foi além da minha vã imaginação. Eu já havia me deparado com pessoas de máscaras na frente do pronto socorro, na rodoviária, uns perdidos pela rua, mas a imagem do estádio de futebol lotado com milhares de torcedores usando máscaras, essa foi demais! Tinha até máscara personalizada! Vou patentear essa idéia: máscara oficial do seu time de futebol! Máscara de grife! E, claro, máscara pirata, se não funcionar, a gente troca!&lt;br /&gt;Às vezes me vêm à cabeça ideias conspiratórias. Vocês já pensaram que tudo pode não passar de uma grande armação dos grandes laboratórios farmacêuticos? Paranoia, tanto quanto o medo da gripe! Mas que as empresas que fabricam álcool em gel, sabonetes bactericidas e máscaras hospitalares estão ganhando uma grana, ah estão!&lt;br /&gt;Nunca se sabe. Só para garantir, se você estiver com febre alta e tosse, procure um médico.&lt;br /&gt;E usem suas máscaras! A minha é de carnaval!&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Texto publicado no jornal A FOLHA, de São Carlos&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/36452148-4521478469269477718?l=katilak.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://katilak.blogspot.com/feeds/4521478469269477718/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=36452148&amp;postID=4521478469269477718' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36452148/posts/default/4521478469269477718'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36452148/posts/default/4521478469269477718'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://katilak.blogspot.com/2009/08/gripe-suina-medo-mascarado.html' title='Gripe suína - medo mascarado'/><author><name>Kátila</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16938875810557698859</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_u5Cege2GA4Q/SXe0HENNo7I/AAAAAAAAAGc/O8KKeRJ-DyE/S220/P6290239.JPG'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-36452148.post-3239068242316805209</id><published>2009-07-22T22:55:00.003-03:00</published><updated>2009-07-22T22:59:52.153-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='freud'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='psicanálise'/><title type='text'>De médico e louco (e psicanalista) todo mundo tem um pouco</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;“Para Freud, tudo é sexo”. Quem nunca ouviu essa prolífica frase? E mais, quem nunca ouviu um apaziguador, cheio de dedos rebater “mas quando Freud fala de sexo, não é bem disso que ele está falando”?&lt;br /&gt;Se não é “disso”, ele está falando de quê então?&lt;br /&gt;Não foram poucas vezes que eu ouvi esse diálogo e nunca me deparei com uma boa resposta a pergunta “de quê então?”&lt;br /&gt;Eis que estava percorrendo um texto de Freud (Sobre a psicanálise selvagem, 1910), que não me serviu para os fins da minha pesquisa, mas me fez refletir sobre isso.&lt;br /&gt;Freud diz explicitamente e com essas palavras:&lt;br /&gt;“é um erro entender ‘vida sexual’ como a necessidade de coito ou outras ações que levem ao orgasmo”.&lt;br /&gt;Ficou claro que “sexo” não se resume a coito. Nenhuma novidade. Isso já era consenso. Porém, Freud não se limita a essa definição negativa e vai além:&lt;br /&gt;“chama-se de ‘sexual’ todos os sentimentos ternos que brotam da fonte das moções sexuais primitivas, mesmo que elas passem por uma inibição da sua meta original e sirvam a um propósito não sexual”.&lt;br /&gt;Ah sim, claro como a água do rio Tietê. Do que Freud está falando?&lt;br /&gt;O que me vem a cabeça é a teoria da curiosidade infantil, me parece um bom exemplo: as crianças pequenas têm prazer em perguntar e todas essas perguntas são apenas desculpas e substituem uma única pergunta que a criança ainda não formulou. A investigação tem como objetivo saber “de onde vêm os bebês”, uma curiosidade sexual. Com a vida adulta, a curiosidade, o “apetite de saber” ganham outros propósitos, mas a meta original da pulsão nunca deixa de existir, daí a máxima que ‘toda curiosidade é curiosidade sexual’ (Freud deve estar se rebatendo no caixão com essa definição simplista da teoria, mas serve!).&lt;br /&gt;Mais uma tentativa de responder uma velha pergunta.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/36452148-3239068242316805209?l=katilak.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://katilak.blogspot.com/feeds/3239068242316805209/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=36452148&amp;postID=3239068242316805209' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36452148/posts/default/3239068242316805209'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36452148/posts/default/3239068242316805209'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://katilak.blogspot.com/2009/07/de-medico-e-louco-e-psicanalista-todo.html' title='De médico e louco (e psicanalista) todo mundo tem um pouco'/><author><name>Kátila</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16938875810557698859</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_u5Cege2GA4Q/SXe0HENNo7I/AAAAAAAAAGc/O8KKeRJ-DyE/S220/P6290239.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-36452148.post-8614077371996012498</id><published>2009-05-26T20:57:00.000-03:00</published><updated>2009-05-26T20:58:16.041-03:00</updated><title type='text'>tempo, tempo, tempo, tempo</title><content type='html'>(inspirada no quase-post do Lucas)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;umas palavras sobre o tempo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;parece que não há tempo para fazer tudo o que queremos. Não há mesmo. Ou a gente mata o tempo, ou ele nos mata.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele nos mata.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/36452148-8614077371996012498?l=katilak.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://katilak.blogspot.com/feeds/8614077371996012498/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=36452148&amp;postID=8614077371996012498' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36452148/posts/default/8614077371996012498'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36452148/posts/default/8614077371996012498'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://katilak.blogspot.com/2009/05/tempo-tempo-tempo-tempo.html' title='tempo, tempo, tempo, tempo'/><author><name>Kátila</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16938875810557698859</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_u5Cege2GA4Q/SXe0HENNo7I/AAAAAAAAAGc/O8KKeRJ-DyE/S220/P6290239.JPG'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-36452148.post-2836088485768365407</id><published>2009-04-17T20:22:00.004-03:00</published><updated>2009-04-17T20:54:54.918-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='freud'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='psicanálise'/><title type='text'>Uma dose de Freud: O Retorno do reprimido</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_u5Cege2GA4Q/SekQFYr14eI/AAAAAAAAAJ8/6Uv0Mou2ziQ/s1600-h/felicien+rops.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5325805719054049762" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 235px; CURSOR: hand; HEIGHT: 320px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_u5Cege2GA4Q/SekQFYr14eI/AAAAAAAAAJ8/6Uv0Mou2ziQ/s320/felicien+rops.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt; Felicién Rops, 1878&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;"Justamente aquilo que se escolheu como instrumento da repressão passa a ser o portador do que retorna; dentro do repressor e pelas suas costas se impõe, ao fim, triunfante, o reprimido. (...) Um monge asceta se refugiuou - sem dúvida das tentações do mundo - na imagem do Cristo cruxificado (instrumento da repressão*). E aqui a cruz se esfumaça como uma sombra e, em seu lugar, substituindo-a, se eleva radiante a imagem de uma voluptuosa mulher nua na mesma postura de cruxificação. Outros pintores de menos perspicácia psicológica mostraram, nas suas desfigurações da tentação, os pecados impúdicos e triunfantes em algum lugar perto do Cristo cruxificado; somente Rops colocou o pecado no mesmo lugar de Cristo na cruz, como se soubesse que o reprimido, em seu retorno, sai à luz através do próprio repressor." (FREUD, Obras Completas. El Delirio y los suenos en la Gradiva de W. Jensen, v. 9. p. 30 1907) &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Reparem no assombro do monge e nos fantasmas que a figura da mulher traz consigo. Apesar do reprimido estar dentro de nós, nos é inteiramente conflituoso. Angustiante. E desconhecido, como se não fosse nosso. Mas é.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Que conclusão tirar? Somos puro sintoma. Uns mais escancarados, outros mais desfigurados, sintomas de qualquer jeito. O reprimido, o inconsciente, tem eficácia em novas vidas e nós nem nos damos conta disso... o que nos resta: Freud explica...&lt;/p&gt;&lt;p&gt;tradução do espanhol por mim mesma&lt;/p&gt;&lt;p&gt;* parenteses acrescentado por mim.&lt;/p&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/36452148-2836088485768365407?l=katilak.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://katilak.blogspot.com/feeds/2836088485768365407/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=36452148&amp;postID=2836088485768365407' title='7 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36452148/posts/default/2836088485768365407'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36452148/posts/default/2836088485768365407'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://katilak.blogspot.com/2009/04/uma-dose-de-freud-o-retorno-do.html' title='Uma dose de Freud: O Retorno do reprimido'/><author><name>Kátila</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16938875810557698859</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_u5Cege2GA4Q/SXe0HENNo7I/AAAAAAAAAGc/O8KKeRJ-DyE/S220/P6290239.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_u5Cege2GA4Q/SekQFYr14eI/AAAAAAAAAJ8/6Uv0Mou2ziQ/s72-c/felicien+rops.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>7</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-36452148.post-8290600526313435481</id><published>2009-03-07T19:49:00.001-03:00</published><updated>2009-03-07T19:49:45.463-03:00</updated><title type='text'>Escrito sobre “Onde andará Dulce Veiga?” de Caio Fernando Abreu</title><content type='html'>Escrevi um texto no momento que terminei de ler o livro. Foram palavras soltas e cruas, mas que captaram as impressões e os sentimentos do momento exato em que tudo se passou.&lt;br /&gt;O livro é muito denso, pesado, intenso, como toda a obra de Caio. Nada é diluído, nada é poupado e não há nenhum glamour na vida dos personagens, mesmo dos personagens glamorosos. Mas há algo de diferente nessa obra, um fio de esperança, uma possibilidade.&lt;br /&gt;O livro traz algo que eu não havia encontrado em nenhum outro texto de Caio, é como se ele estivesse calmo, sereno, em paz. Apesar de todo o sofrimento. Fiquei feliz, muito feliz, por saber que no fim (da vida) ele estava em paz.&lt;br /&gt;Digo no fim da vida, porque lendo as correspondências de Caio, anexadas no final do livro, ele demonstra que já sabia que estava doente (de AIDS), fala do temor de fazer “o teste” (de HIV). Ele sabia.&lt;br /&gt;Ele pôde decidir: não fazer o teste de HIV e conseqüentemente não fazer o tratamento. E a felicidade que senti por saber que ele estava em paz também virou raiva muita raiva. Ele tinha a chance de enfrentar a AIDS, havia uma possibilidade, mas ele decidiu ir. &lt;br /&gt;Não consigo perdoá-lo pela sua escolha, desejei loucamente que ele estivesse vivo. Não está.  O consolo é saber, que apesar de tudo, no fim, há paz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;            “Que seja doce.”&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/36452148-8290600526313435481?l=katilak.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://katilak.blogspot.com/feeds/8290600526313435481/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=36452148&amp;postID=8290600526313435481' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36452148/posts/default/8290600526313435481'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36452148/posts/default/8290600526313435481'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://katilak.blogspot.com/2009/03/escrito-sobre-onde-andara-dulce-veiga.html' title='Escrito sobre “Onde andará Dulce Veiga?” de Caio Fernando Abreu'/><author><name>Kátila</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16938875810557698859</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_u5Cege2GA4Q/SXe0HENNo7I/AAAAAAAAAGc/O8KKeRJ-DyE/S220/P6290239.JPG'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-36452148.post-116891568894875886</id><published>2007-01-16T00:46:00.000-02:00</published><updated>2007-01-16T00:48:08.956-02:00</updated><title type='text'>DE COMO ACDREDITAR EM DEUS</title><content type='html'>&lt;div align="right"&gt;&lt;em&gt;“Os homens precisam da ilusão do amor da mesma forma como precisam da ilusão de Deus. Da ilusão do amor para não afundarem no poço horrível da solidão absoluta; da ilusão de Deus para não se perderem no caos da desordem sem nexo.”&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Os dragões não conhecem o paraíso, Caio Fernando Abreu&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Era um homem bem-sucedido. Assim que se auto-definia. “Eu-me-basto” já ouvi ele dizer. E penso que quando ele dizia assim, bem desse jeito, com a voz firme, era verdade e ele não podia imaginar o quanto estava enganado.&lt;br /&gt;Tinha um emprego que pagava bem, escritório, diploma pendurado na parede, carro do ano e um apartamento num bairro nobre da cidade. Três quartos. O pensamento parou. Por que havia de ter um apartamento de três quartos se era sozinho?&lt;br /&gt;É verdade que algumas noites ele saía, conversava, bebia, conquistava, transava. Mas sempre que acordava com o barulho estridente do despertador, sentia o coração apertar. E foi em uma dessas manhãs de agonia que se viu pequeno, acuado. Sozinho. Pensar-se como um homem-bem-sucedido já não fazia sentido.&lt;br /&gt;As horas, os dias, os meses foram se passando. E ele foi tornando-se indiferente à vida. Repetia mecanicamente “homem-bem-sucedido”, mas as palavras saíam trêmulas ele próprio não acreditava no que dizia. Passava as noites de bar em bar a espera de algo que nunca chegava. Tinha olheiras fundas, cabelos desgrenhados, barba por fazer e roupas largas.&lt;br /&gt;Em uma dessas noites, ele conheceu alguém. O que não lhe pareceu especial, pois todas as noites ele conhecia pessoas novas, pessoas interessantes, pessoas chatas. Pessoas. Essa noite pareceu mais curta que as outras e ele sentiu um desejo estranho de que ela se prolongasse. Mas não foi assim.&lt;br /&gt;Pela manhã, quando o despertador tocou, ele não sentiu a costumeira sensação de aperto no coração. Virou-se de lado. Sorriso. Havia mesmo alguém na sua cama. E deram-se as mãos. Olho no olho. Beijo de bom dia.&lt;br /&gt;A partir desse dia, ele não mais perambulou pelas ruas. Queria estar perto. Queria dizer “PARA SEMPRE”. Queria... Sobressalto. Pensou na morte. Para ele, morte era sinônimo de fim. Um arrepio subiu-lhe pela espinha. “Fim” é incompatível com o seu “para sempre” tão sincero. Pela primeira vez teve medo de morrer.&lt;br /&gt;No dia seguinte seu coração ficou apertado ao ouvir o despertador. Por um momento pensou que. Não. Ela estava ali ao seu lado. Nessa manhã não foi para o trabalho. Precisou fazer um esforço imenso para estacionar o carro na frente da igreja. Tinha medo do que estava prestes a fazer. As mãos tremiam. Passos lentos. Mas enfim, entrou. Há quantos anos não entrava em uma igreja?&lt;br /&gt;Ajoelhou-se num banco bem na frente do altar. Olhos fechados. “Eu vou acreditar que você existe, pois eu não tenho outra escolha. Tenho necessidade de acreditar na eternidade. Minha vida está pesada demais para eu carregar sozinho. Se você se realmente existe, e a partir de agora eu acredito que sim, me abençoe. Amém.” E o seu coração acalmou-se.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/36452148-116891568894875886?l=katilak.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://katilak.blogspot.com/feeds/116891568894875886/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=36452148&amp;postID=116891568894875886' title='12 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36452148/posts/default/116891568894875886'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36452148/posts/default/116891568894875886'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://katilak.blogspot.com/2007/01/de-como-acdreditar-em-deus.html' title='DE COMO ACDREDITAR EM DEUS'/><author><name>Kátila</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16938875810557698859</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_u5Cege2GA4Q/SXe0HENNo7I/AAAAAAAAAGc/O8KKeRJ-DyE/S220/P6290239.JPG'/></author><thr:total>12</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-36452148.post-116597499069436471</id><published>2006-12-12T23:42:00.000-02:00</published><updated>2006-12-13T00:00:31.543-02:00</updated><title type='text'>SOBRE (DES)CONSTRUIR UM AMOR</title><content type='html'>&lt;div align="right"&gt;&lt;em&gt;Amor tem dessas coisas. Amor dói.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;em&gt;Você já chorou por mim?&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Então não fui. Engoli seco. Nó na garganta. E nesse quando em que eu não fui, no exato momento do não ir, os olhos encheram de lágrimas. Grossas, pesadas, densas, viscosas.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;E depois que eu não fui, depois do momento do não ir, as lágrimas escorreram. Novas lágrimas brotaram. Cada vez mais leves, sutis. Mas quentes. Marcavam.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;E no momento exato que voltei a pensar, pensei. Isso nunca me acontecera antes: clichê. Mas passa. Clichê? Não. Mentira. Nunca passa. As coisas grudam e deformam e machucam e apertam e lembram que estão ali. E nunca passa.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Foi isso que aconteceu: grudou uma coisa nova. Incômoda. E que, como todo o resto, não vai passar.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Quando você estiver comigo, naquele exato momento do estar, isso vai apertar. Não vai me deixar acreditar que você é perfeito que eu sou perfeita que somos perfeitos juntos que o mundo é perfeito quando estamos juntos e que o amor existe e é perfeito. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Você matou. Você matou um pouquinho do meu amor.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A noite longa e vazia é lembrete do que está por vir.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/36452148-116597499069436471?l=katilak.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://katilak.blogspot.com/feeds/116597499069436471/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=36452148&amp;postID=116597499069436471' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36452148/posts/default/116597499069436471'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36452148/posts/default/116597499069436471'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://katilak.blogspot.com/2006/12/sobre-desconstruir-um-amor.html' title='SOBRE (DES)CONSTRUIR UM AMOR'/><author><name>Kátila</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16938875810557698859</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_u5Cege2GA4Q/SXe0HENNo7I/AAAAAAAAAGc/O8KKeRJ-DyE/S220/P6290239.JPG'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-36452148.post-116468204130945375</id><published>2006-11-28T00:35:00.000-02:00</published><updated>2006-12-12T23:58:51.113-02:00</updated><title type='text'>O FIM</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;(Calma, calma, calma!! Gente, não é o fim do blog... "o fim" é apenas o nome do texto!)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Texto antigo, 29/01/2005, revisado hoje. Agora, pra ser exata.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Sabe quando você toma coragem para fazer alguma coisa que já devia ter feito há tempos, mas acontece uma outra coisa que te impede de prosseguir?&lt;br /&gt;É isso. Está acabado.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele caminhava no escuro. Talvez não caminhasse. Ele, decididamente, não caminhava. Ele corria no escuro. A confiança que tudo daria certo, a segurança de que ela estaria lá, esperando-o mesmo no escuro, impedia que ele percebesse o perigo. O corredor íngrime, buracos vasos bancos cadeiras portão fechado e silêncio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Caiu muitas vezes. O sangue escorria pelos joelhos, cotovelos. Era como uma criança, você sabe como as crianças caem. Mas ele levantava seu corpo ensanguentado e continuava. Sempre.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O fato é que ela não estaria lá. As pessoas nunca estão. (Você já esteve?). Quando eu soube que ela não estaria lá também saí correndo. Para o lado oposto. Não seria capaz de suportar o seu grito. Porque eu ainda não sei gritar.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/36452148-116468204130945375?l=katilak.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://katilak.blogspot.com/feeds/116468204130945375/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=36452148&amp;postID=116468204130945375' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36452148/posts/default/116468204130945375'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36452148/posts/default/116468204130945375'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://katilak.blogspot.com/2006/11/o-fim.html' title='O FIM'/><author><name>Kátila</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16938875810557698859</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_u5Cege2GA4Q/SXe0HENNo7I/AAAAAAAAAGc/O8KKeRJ-DyE/S220/P6290239.JPG'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-36452148.post-116355397578806054</id><published>2006-11-14T23:17:00.000-02:00</published><updated>2006-11-14T23:26:15.796-02:00</updated><title type='text'>AS AVENTURAS DO NOSSO  HERÓI</title><content type='html'>O que acontecerá com o nosso mineral herói, Coração de Pedra, agora que ele se apaixonou?&lt;br /&gt;Estará o nosso indefectível herói metido em uma enrascada?&lt;br /&gt;Quais as armadilhas que o implacável destino estará lhe preparando?&lt;br /&gt;Estará o implacável destino, seu inimigo número 1, lhe preparando uma armadilha?&lt;br /&gt;Como o nosso indestrutível herói escapará da sua destruição imanente, digo, iminente?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aguarde as cenas dos próximos capítulos!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As seqüências são sempre mais melodramáticas e inescrupulosas. A medida que a história chega perto de seu episódio final, as chances do nosso mineralíssimo herói sair com vida e intacto diminuem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Será este o triste fim de Coração de Pedra?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/36452148-116355397578806054?l=katilak.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://katilak.blogspot.com/feeds/116355397578806054/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=36452148&amp;postID=116355397578806054' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36452148/posts/default/116355397578806054'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36452148/posts/default/116355397578806054'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://katilak.blogspot.com/2006/11/as-aventuras-do-nosso-heri.html' title='AS AVENTURAS DO NOSSO  HERÓI'/><author><name>Kátila</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16938875810557698859</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_u5Cege2GA4Q/SXe0HENNo7I/AAAAAAAAAGc/O8KKeRJ-DyE/S220/P6290239.JPG'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-36452148.post-116316411156584287</id><published>2006-11-10T10:32:00.000-02:00</published><updated>2006-11-18T11:52:11.260-02:00</updated><title type='text'>ENSAIO FILOSÓFICO-GERUNDIANO SOBRE A NÃO EXISTÊNCIA DO EXISTIR</title><content type='html'>Estou aproveitando essa era filosófica-gerundiana, entendeu? para estar fazendo vários posts, já que as sacadas do Tuxo não podem estar sendo desperdiçadas, entendeu? E como o Lucas esteve comentando sobre o post anterior, eu não poderia deixar de estar falando da não existência, in-existência para os brentanianos, entendeu?&lt;br /&gt;(Sim, eu estou imitando alguém.)&lt;br /&gt;Vou estar parando com isso, para estar escrevendo o post logo, entendeu?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Havia encontrado a pessoa ideal. Antes, não acreditava nisso, mas como negar, agora que havia encontrado? Olhos brilhando. Andava. Corria. Flutuava. Estava indo ao encontro dele. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Parou em uma praça, dessas ideais. Árvores floridas, grama verde bem cortada, bancos de madeira na sombra, arbustos floridos e no centro um lago oval com peixes coloridos. Sentou-se num banco. Pernas agitadas. Ele não chegava. Estava ficando preocupada, havia mesmo marcado com ele naquela praça? Havia mesmo marcado com ele naquele horário? havia mesmo marcado com ele? &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Vertigem.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A cabeça começou a pesar. O ar ficou denso. Sentiu-se pesada, movimentos lentos. Tudo estava em câmera lenta. As folhas das árvores não balançavam mais, a água do lago não fluía. Era uma paisagem estática. Uma pintura. Fechou os olhos, passou a mão no rosto. Quando olhou mais uma vez, as árvores estavam disformes, eram manchas verdes num fundo azul e havia também uma mancha escura no centro.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Sentia-se tão pesada que não podia mais movimentar-se. Seu fluxo de consciência diminuia, mas ainda teve tempo de remoer. De doer. Ele não vem. Ele não existe. Ele nunca existiu. Esqueceu dele. E perguntou se aquele lugar existia. Calafrio. Suspeitava que não. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;E as cores se misturavam, entrelaçavam, confundiam. Aproximava-se um cinza, escuro, frio, sóbrio, assustador e do cinza para o preto, do preto para o fim. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Do que nos resta falar? Nenhum deles existiu, mas paciência. Seria perfeito, se eles não tivessem esse pequeno defeito, imperceptível talvez. Eles não existem.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Então, ontem a aula de filosofia foi muito produtiva. O Tuxo estava muito engraçadinho (ele é engraçadinho, mas ontem estava mais que o normal [?]). Ele disse: "...uma montanha de outro, um quadrado redondo, um elefante cor de rosa, zgbrrf, nenhum deles existe, mas paciência." e "... Júpiter [o deus grego], ele não existe, ele tem esse pequeno defeito...". &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/36452148-116316411156584287?l=katilak.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://katilak.blogspot.com/feeds/116316411156584287/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=36452148&amp;postID=116316411156584287' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36452148/posts/default/116316411156584287'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36452148/posts/default/116316411156584287'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://katilak.blogspot.com/2006/11/ensaio-filosfico-gerundiano-sobre-no.html' title='ENSAIO FILOSÓFICO-GERUNDIANO SOBRE A NÃO EXISTÊNCIA DO EXISTIR'/><author><name>Kátila</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16938875810557698859</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_u5Cege2GA4Q/SXe0HENNo7I/AAAAAAAAAGc/O8KKeRJ-DyE/S220/P6290239.JPG'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-36452148.post-116312774728766968</id><published>2006-11-10T00:58:00.000-02:00</published><updated>2006-11-10T10:28:05.576-02:00</updated><title type='text'>ENSAIO SOBRE A MINERALIDADE HUMANA</title><content type='html'>Esse post vai pro Tuxo, o amor (platônico) da minha vida. Pra quem não sabe, ele é filósofo e professor (da UFSCar). As aulas dele são as melhores!!! Ele consegue explicar os assuntos mais difíceis de forma simples e além de tudo ele faz piadas inteligentes! Adoooooro!(a la Gabiiiii, pra quem conhece).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sobre a mineralidade do ser-humano. Porque, o que faz com que consideremos todos os homens e mulheres como humanos, o que todos temos em comum, a nossa humanidade, é o simples fato de sermos, ou nos sentirmos como minerais. Viva à mineralidade dos homens!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gostaria de fazer uma breve explanação, porque imagino que isso deve ter isso uma descoberta fascinante para vocês, um tanto incômoda. Para mim foi. Vocês conseguem perceber o que há de estranho nisso? Quero deixar essa questão da mineralidade humana um pouco mais clara. Eu sei&lt;br /&gt;que é um assunto complicado, mas vamos fazer um esforço, vale a pena tentar entender. É um ponto fundamental que, junto com a roseidade do elefante, formam a base de toda a teoria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que se considera como humanidade (sinônimo de mineralidade) varia de cultura para cultura. Um bom exemplo disso são os wari, eles consideram humano todos os animais e vegetais que tem espírito (não vou me estender no critério que divide o que tem e o que não tem espírito,&lt;br /&gt;pelo simples fato de não haver um critério). Como eu ia dizendo, para os wari, a mineralidade, leia-se humanidade, é mero ponto de vista. Uma paca se considera humana (mineral) e nos considera animais (não-minerais). Para nós é muito humano (mineral) tomar cerveja num bar&lt;br /&gt;sexta-feira depois do expediente (bem, não só na sexta feira, não só depois do expediente), já para uma paca é humano tomar banho de lama após a alimentação no sol do meio dia (bem, só no sol do meio dia, não só depois da alimentação). Em suma, o que eu quis mostrar, é que o que se considera humano, varia de cultura para cultura e o que caracteriza a humanidade na cultura ocidental é o seu caráter meramente mineral.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas o que torna o homem mineral? De onde vem essa mineralidade?&lt;br /&gt;Isso remete ao conceito fenomenológico de ato significativo. Como você entende o que está lendo agora? A resposta que Brentano daria é que você vai criando imagens na sua cabeça de tudo o que se passa e isso que dá significado às coisas, por exemplo, se eu digo "imagine um&lt;br /&gt;sujeito bem gordo de calças verde" ou "imagine uma garrafa de uísque na minha escrivaninha".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas Husserl fez uma observação muito pertinente: por acaso, você está criando ilustrações intuitivas (leia-se desenhinhos) na sua cabeça de cada coisa que você está lendo?Suponho que não. Mas você está entendendo o que está lendo, claro, talvez você venha me dizer "não muito", mas de certa forma essas palavras fazem algum sentido para você. Logo, se você entende mas não há ilustrações intuitivas (aqueles desehinhos), há um vazio. Agora esse é um passo muito importante para entender a mineralidade: se não há algo que mostre como se entende as coisas, o que nos diferencia de um papagaio (que apenas fala, fala, fala)? Portanto seria esperado que você me dissesse: "Mas então eu me sinto como um animal". E para responder eu utilizo uma sacada, diga-se de passagem, uma sacada genial, do ilustríssimo Bento Prado Neto (vulgo Tuxo) que disse "Eu vou além, eu diria que me sinto como um mineral".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A roseidade do elefante fica pra próxima.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/36452148-116312774728766968?l=katilak.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://katilak.blogspot.com/feeds/116312774728766968/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=36452148&amp;postID=116312774728766968' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36452148/posts/default/116312774728766968'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36452148/posts/default/116312774728766968'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://katilak.blogspot.com/2006/11/ensaio-sobre-mineralidade-humana.html' title='ENSAIO SOBRE A MINERALIDADE HUMANA'/><author><name>Kátila</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16938875810557698859</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_u5Cege2GA4Q/SXe0HENNo7I/AAAAAAAAAGc/O8KKeRJ-DyE/S220/P6290239.JPG'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-36452148.post-116217534499314412</id><published>2006-10-29T23:17:00.000-03:00</published><updated>2006-10-29T23:40:11.673-03:00</updated><title type='text'>O SUICÍDIO DA FREIRA PERVERTIDA ARREPENDIDA JÁ NÃO MAIS TÃO VIRGEM</title><content type='html'>Sobre abrir. Não sei pq escrevi isso. Era pra ser de amor. Não foi. Dá pra perceber, né?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu não tinha um nome, aí o Lucas me sugeriu esse aí em cima. Achei que combinou! Deu um ar humorístico!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ABRIU os olhos. Já passava do meio dia. ABRIU a janela. "Bom dia, dia!". ABRIU o chuveiro. Banho morno. ABRIU a porta. Ele chegou. ABRIU um sorriso. Coração acelerado. ABRIU a geladeira. Olhava a geladeira pra pensar. ABRIU a garrafa. Bebeu. ABRIU mão de ser "moça decente". Quem diria! ABRIU as pernas. Pra "qualquer um". ABRIU a porta do elevador. Último andar. ABRIU os braços. Sabia voar?. ABRIU um buraco na calçada.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/36452148-116217534499314412?l=katilak.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://katilak.blogspot.com/feeds/116217534499314412/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=36452148&amp;postID=116217534499314412' title='7 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36452148/posts/default/116217534499314412'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36452148/posts/default/116217534499314412'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://katilak.blogspot.com/2006/10/o-suicdio-da-freira-pervertida.html' title='O SUICÍDIO DA FREIRA PERVERTIDA ARREPENDIDA JÁ NÃO MAIS TÃO VIRGEM'/><author><name>Kátila</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16938875810557698859</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_u5Cege2GA4Q/SXe0HENNo7I/AAAAAAAAAGc/O8KKeRJ-DyE/S220/P6290239.JPG'/></author><thr:total>7</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-36452148.post-116163521831958793</id><published>2006-10-23T17:18:00.000-03:00</published><updated>2006-10-23T17:26:58.570-03:00</updated><title type='text'>VOCÊ MATA AS COISAS NO NINHO</title><content type='html'>Ouvi isso hoje: "Você mata as coisas no ninho". Nunca tinha pensado em algo desse tipo. Forte, né? Fiquei assustada...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para quem me disse "você mata as coisas no ninho" (só vc msm pra dizer esse tipo de coisa):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Sentado no chão. Encostado na parede. Pernas encolhidas. Café frio. Se o vissem diriam: "acuado". Mas não. "Especial" ele diria. Só pensava nessa palavra. Quem é especial? Essa não é a pergunta certa. Ainda. Dos livros espalhados no chão, pegou o dicionário. Mania de dicionário. D... G... E! Estático... Essencial... Espavento... &lt;strong&gt;Especial:&lt;/strong&gt; &lt;em&gt;adj.&lt;/em&gt;&lt;strong&gt; 1.&lt;/strong&gt; Relativo a uma espécie; próprio, específico. &lt;strong&gt;2.&lt;/strong&gt; Exclusivo, reservado. &lt;strong&gt;3.&lt;/strong&gt; Fora do comum.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;"Fo-ra-do-co-mum" - repetiu. Tempo para pensar. Especial era uma boa palavra. Gole de café frio. Caneta preta, só escrevia com caneta preta. "Preto é sóbrio". Papel rabiscado. "Não importa". Letras de forma no papel rabiscado: "QUEM É ESPECIAL?". Essa é a pergunta certa, agora. &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Não houve resposta. Colocou a folha no chão. Olhos fixos na pergunta: "QUEM?". Mais um gole. "Amargo". Afastou a xícara. Deitou-se. Corpo reto. Linhas retas. Teto branco e vazio. Sentia-se como o teto: "vazio".&lt;br /&gt;Então a luz. Não a lâmpada do teto. Um pensamento: havia alguém especial: "Fo-ra-do-co-mum" -  pronunciou em voz alta, devagar.&lt;br /&gt;Alguma coisa surgiu dentro dele, talvez especial. "Exclusivo" - pensou.  Estava dentro. Crescendo. "Não mais vazio".&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Deveria ter sido belo. Não foi. E aquilo crescia. Ganhava espaço. "Deveria ter sido belo: alguém especial". No entanto, "sufocado". Estava sufocando. Alguém especial quase tomou conta dele. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Por pouco.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Pouco menos que o necessário para ser belo. "Pouco menos". Havia tempo para ele esquecer o que pensara. Pôs-se em pé. Músculos rígidos. Voz firme: "não há alguém especial". Tempo. Olhos cheio de lágrimas. Voz trêmula:  "não deve haver alguém especial".&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;As lágrimas escorreram. As lágrimas secaram. Ele esqueceu que quase houve alguém especial. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Jamais permitiria que alguém fosse especial.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/36452148-116163521831958793?l=katilak.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://katilak.blogspot.com/feeds/116163521831958793/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=36452148&amp;postID=116163521831958793' title='7 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36452148/posts/default/116163521831958793'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36452148/posts/default/116163521831958793'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://katilak.blogspot.com/2006/10/voc-mata-as-coisas-no-ninho.html' title='VOCÊ MATA AS COISAS NO NINHO'/><author><name>Kátila</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16938875810557698859</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_u5Cege2GA4Q/SXe0HENNo7I/AAAAAAAAAGc/O8KKeRJ-DyE/S220/P6290239.JPG'/></author><thr:total>7</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-36452148.post-116154737825247665</id><published>2006-10-22T17:02:00.000-03:00</published><updated>2006-10-22T17:02:58.256-03:00</updated><title type='text'>A DESCOBERTA DO MUNDO</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Esse texto eu escrevi faz um tempo. Pra ser exata: 26/12/04. Esse foi um ano de loucuras. Tem um trecho de um conto chamado "Eles" (Caio Fernando Abreu) que diz muito sobre o que foi esse ano pra mim e que foi a o trecho que inspirou o texto&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O trecho do Caio:&lt;br /&gt;"O que eles deixaram foram esses três postulados: importante é a luz, mesmo quando consome; a cinza é mais digna que a matéria intacta e a salvação pertence àqueles que deixaram a loucura escorrer em suas veias.&lt;br /&gt;Porque você não pode voltar atrás no que vê. Você pode se recusar a ver, o tempo que quiser: até o fim de sua vida você pode se recusar, sem necessidade de rever seus mitos ou movimentar-se de seu lugar confortável. Mas a partir do momento que você vê, mesmo involuntariamente, você está perdido: as coisas não voltaram mais a ser as mesmas e você próprio não será mais o mesmo."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O meu texto:&lt;br /&gt;E quando se deu conta, percebeu a vida correndo e ele apenas olhando pelo lado de fora.&lt;br /&gt;Tinha medo dos olhares das pessoas. Achava que todos eram como ele, que apenas olhava nos olhos e entendia tudo que se passava. Demorou para ele descobrir que as pessoas não viam o mesmo que ele. Na verdade, não é que não viam, mas não se interessavam em entender.&lt;br /&gt;Era como se não vivesse, tinha medo que os outros vissem em seus olhos o mesmo que ele via quando olhava as pessoas. Ele não queria que encontrassem essas coisas, que ele costumava chamar de "humanidade" , nos seu olhar.&lt;br /&gt;Mas ele se deu conta que as pessoas sequer o fitavam. Achou que estava chegada a hora de entender esses sentimmentos que ele só conhecia nos olhares alheios.&lt;br /&gt;Com certa resistência, experimentou coisas novas, sensações que nem supunha existir. Agora, quando se mirava no espelho, reconhecia em seu olhar toda a "humanidade". Porém, culpado por ter experimentos tais sentimentos "humanos".&lt;br /&gt;A culpa o consumia. Em uma dessas noites em que não conseguia pegar no sono (ele passou a ter problemas de insônia depois que conheceu o mundo que pulsava, passava as madrugadas imaginando o que estaria acontecendo lá fora), em um desses devaneios, que, de frente para o espelho, mais uma vez reconheceu toda a "humanidade" em seus olhos. Entendeu que todos eram assim, "humanos", e que ele não era diferente. Só então sentiu-se parte da humanidade e dividiu com ela seus medos e suas esperanças. Sua culpa se foi.&lt;br /&gt;Saiu. De madrugada. Passos firmes. Caminho incerto. Aquele brilho no olhar, digno de um verdadeiro humano. Foi feliz.&lt;br /&gt;Ninguém nunca mais o viu.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/36452148-116154737825247665?l=katilak.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://katilak.blogspot.com/feeds/116154737825247665/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=36452148&amp;postID=116154737825247665' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36452148/posts/default/116154737825247665'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36452148/posts/default/116154737825247665'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://katilak.blogspot.com/2006/10/descoberta-do-mundo.html' title='A DESCOBERTA DO MUNDO'/><author><name>Kátila</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16938875810557698859</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_u5Cege2GA4Q/SXe0HENNo7I/AAAAAAAAAGc/O8KKeRJ-DyE/S220/P6290239.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-36452148.post-116154731417531538</id><published>2006-10-22T17:00:00.000-03:00</published><updated>2006-11-18T11:56:06.966-02:00</updated><title type='text'>SOBRE O QUE (EU ACHEI QUE) DEVERIA TER SIDO E NÃO FOI</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Uma dose de melancolia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para uma pessoa que não ficou (e por mim teria ficado).&lt;br /&gt;Você me dói. Me dói fundo. Faz com que tudo em minha volta lateje. Te ver é vertigem. Ânsia. Sem vômito. O que faz com que eu me prenda a você não sai. Está dentro, na garganta, no estômago. Está fora, está além de mim. Transcende o ser.&lt;br /&gt;Engulo seco.&lt;br /&gt;Sorriso no rosto. Mão amiga. Se você pudesse entender. Se você quisesse entender. Mas não. Então eu engulo seco, mais uma vez. E isso apodrecendo dentro de mim. Doendo. Não me deixa esquecer que você existe.&lt;br /&gt;Existência que independe de mim. Se você permitisse. Se ao menos deixasse eu me aproximar. Mas você já disse tudo. Eu escutei calado, chorei mudo. Engoli seco. Olhos vermelhos.&lt;br /&gt;Um dia eu acreditei. Agora, por dentro, só há podridão. A dor está passando. O mundo fica escuro. Silêncio. Indiferença.&lt;br /&gt;Se você gritar eu não vou ouvir.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/36452148-116154731417531538?l=katilak.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://katilak.blogspot.com/feeds/116154731417531538/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=36452148&amp;postID=116154731417531538' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36452148/posts/default/116154731417531538'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36452148/posts/default/116154731417531538'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://katilak.blogspot.com/2006/10/sobre-o-que-eu-achei-que-deveria-ter.html' title='SOBRE O QUE (EU ACHEI QUE) DEVERIA TER SIDO E NÃO FOI'/><author><name>Kátila</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16938875810557698859</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_u5Cege2GA4Q/SXe0HENNo7I/AAAAAAAAAGc/O8KKeRJ-DyE/S220/P6290239.JPG'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-36452148.post-116154724628510901</id><published>2006-10-22T16:59:00.000-03:00</published><updated>2006-10-22T17:00:46.286-03:00</updated><title type='text'>A FRASE DE IMPACTO</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;O Lucas, da minha sala, aquele que toca corneta, sabe? Ele prefere que fale clarineta, mas pra mim é tudo igual. Enfim, o Lucas disse que algumas pessoas têm uma frase de impacto, uma frase que elas sempre dizem. Ele disse também que eu sou uma dessas pessoas. E eu acho que é importante ter uma frase de impacto. Essas frases, geralmente, dizem muito sobre você. Como era de se esperar, essa também diz muito sobre mim.&lt;br /&gt;É assim que acontece: aqueles monstros voadores, asquerosos, repudiantes, nojentos, feios, bobos e mais um monte de coisas aparecem. Nesse momento as coisas começam a acontecer, eu olho pra eles, eles nem sempre olham pra mim. E eu continuo olhando, sem desviar por só um instante a minha atenção: eles vão, meu olhar vai, eles voltam meu olhar volta. Mas esses monstros são se contentam em voar, rodear. Eles sentem uma necessidade interna, quase um desejo sexual, de se aproximarem de mim. E se aproximam mesmo. Esse é o fim. Não sei de mais nada que está ao meu redor. Os psicólogos diriam: paciente desorientado e confuso.&lt;br /&gt;Mas nem tudo está perdido. Nesse momento díficil sempre tem algém para perguntar "o que está acontecendo?". E aí, não tem outra forma de explicar e só me resta dizer "TEM UM BICHO". Sempre só me resta dizer "TEM UM BICHO". O que vem depois é.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/36452148-116154724628510901?l=katilak.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://katilak.blogspot.com/feeds/116154724628510901/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=36452148&amp;postID=116154724628510901' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36452148/posts/default/116154724628510901'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36452148/posts/default/116154724628510901'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://katilak.blogspot.com/2006/10/frase-de-impacto.html' title='A FRASE DE IMPACTO'/><author><name>Kátila</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16938875810557698859</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_u5Cege2GA4Q/SXe0HENNo7I/AAAAAAAAAGc/O8KKeRJ-DyE/S220/P6290239.JPG'/></author><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-36452148.post-116154686589141114</id><published>2006-10-22T16:51:00.000-03:00</published><updated>2006-10-22T16:54:25.900-03:00</updated><title type='text'>O PRIMEIRO POST</title><content type='html'>Eu já havia comentado com alguns pessoas que estava pensando em fazer um blog. Mas não pensei o bastante, por isso fiz.&lt;br /&gt;Não gosto muito de mostrar as coisas que escrevo. São sempre auto-biográficas. Mas está na hora de vencer essas resistências. Não que eu tenha coisas muito interessantes escritas.&lt;br /&gt;Para um primeiro post é o bastante.&lt;br /&gt;Agora vou tratar de divulgar o endereço!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/36452148-116154686589141114?l=katilak.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://katilak.blogspot.com/feeds/116154686589141114/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=36452148&amp;postID=116154686589141114' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36452148/posts/default/116154686589141114'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36452148/posts/default/116154686589141114'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://katilak.blogspot.com/2006/10/o-primeiro-post.html' title='O PRIMEIRO POST'/><author><name>Kátila</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16938875810557698859</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_u5Cege2GA4Q/SXe0HENNo7I/AAAAAAAAAGc/O8KKeRJ-DyE/S220/P6290239.JPG'/></author><thr:total>5</thr:total></entry></feed>
